<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Ledunirio&#039;s Blog</title>
	<atom:link href="http://ledunirio.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://ledunirio.wordpress.com</link>
	<description>Just another WordPress.com site</description>
	<lastBuildDate>Fri, 18 Nov 2011 17:35:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='ledunirio.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://s2.wp.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>Ledunirio&#039;s Blog</title>
		<link>http://ledunirio.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://ledunirio.wordpress.com/osd.xml" title="Ledunirio&#039;s Blog" />
	<atom:link rel='hub' href='http://ledunirio.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>Terapia larval: O uso de larvas na Medicina</title>
		<link>http://ledunirio.wordpress.com/2010/11/29/terapia-larval/</link>
		<comments>http://ledunirio.wordpress.com/2010/11/29/terapia-larval/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 20:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ledunirio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Chrysomya]]></category>
		<category><![CDATA[Chrysomya megacephala]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia larval]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ledunirio.wordpress.com/?p=83</guid>
		<description><![CDATA[O que é? Terapia larval, terapia com larvas medicinais, biocirurgia, bioterapia ou biodesbridamento é a utilização de larvas de moscas necrobiontófagas (que se alimentam exclusivamente de tecido necrosado) no tratamento de diferentes tipos de feridas. Estas larvas atuam removendo o tecido necrosado, estimulando o tecido de granulação e promovendo a descontaminação microbiana. Larvas de diferentes [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ledunirio.wordpress.com&amp;blog=15453530&amp;post=83&amp;subd=ledunirio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>O que é?</strong></h2>
<p>Terapia larval, terapia com larvas medicinais, biocirurgia, bioterapia ou biodesbridamento é a utilização de larvas de moscas necrobiontófagas (que se alimentam exclusivamente de tecido necrosado) no tratamento de diferentes tipos de feridas. Estas larvas atuam removendo o tecido necrosado, estimulando o tecido de granulação e promovendo a descontaminação microbiana.</p>
<p>Larvas de diferentes espécies já foram utilizadas na terapia larval, no entanto, a mais utilizada é <em>Lucilia sericata</em> (Meigen, 1826), muito comum em países do hemisfério norte. No Brasil, espécies como as do gênero <em>Chrysomya</em> (Robineau-Desvoidy, 1830) apresentam potencial para a mesma utilização, visto que possuem aspectos biológicos e comportamentais semelhantes à <em>L. sericata</em>. Na Colômbia, pesquisadores já desenvolvem estudos utilizando <em>Lucilia eximia</em> (Wiedemann, 1819) em pacientes<sup>1</sup>.</p>
<div id="attachment_84" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://ledunirio.files.wordpress.com/2010/11/megacephalas.jpg"><img class="size-medium wp-image-84" title="Chrysomya megacephala, fêmea (à direita) e macho (à esquerda)" src="http://ledunirio.files.wordpress.com/2010/11/megacephalas.jpg?w=300&#038;h=228" alt="Chrysomya megacephala, fêmea (à esquerda) e macho (à direita), uma das espécies existentes no Brasil com potencial para utilização em terapia larval." width="300" height="228" /></a><p class="wp-caption-text">Chrysomya megacephala, fêmea (à esquerda) e macho (à direita), uma das espécies existentes no Brasil com potencial para utilização em terapia larval.</p></div>
<h2><strong>Histórico</strong></h2>
<p>Ao longo da história, o homem tem buscado formas diversificadas e naturais para tratar suas feridas, com o objetivo de diminuir a dor e o tempo de cicatrização. A utilização de larvas de certas espécies de moscas na limpeza de feridas é conhecida há séculos. Civilizações antigas como tribos aborígenes da Austrália<sup>2</sup>, habitantes do Norte de Mianmar<sup>3</sup> e os Maias na América Central já utilizavam os benefícios desta técnica<sup>4</sup>.</p>
<p>A terapia larval foi utilizada de forma intencional pela primeira vez nos Estados Unidos em 1931, por William Baer, cirurgião ortopédico no Hospital Johns Hopkins. Durante a primeira grande guerra, Baer observou que feridas infestadas por larvas de moscas nos soldados que eram recolhidos nos campos de batalha apresentavam melhora significativa em relação aos outros, devido à ação de desbridamento (remoção no tecido necrosado) realizada naturalmente por essas larvas.</p>
<p>Com base nessas observações, 10 anos mais tarde, ele repetiu o mesmo princípio no tratamento de pacientes acometidos com osteomielite. Apesar do êxito obtido (sucesso em 90% dos casos), a utilização dessa técnica teve de ser interrompida, já que alguns pacientes apresentaram tétano. Foi então que pesquisas visando a desinfecção das larvas e a esterilização de ovos das moscas começaram a se desenvolver.</p>
<p>A terapia com larvas medicinais foi utilizada rotineiramente até meados da década de 40 em mais de 300 hospitais. No entanto, com o advento dos antibióticos e o aperfeiçoamento das técnicas de desbridamento cirúrgico, a terapia larval foi considerada obsoleta até o início de 1980. Nesse período, devido ao aumento de pacientes com feridas necróticas e pés diabéticos e também pela resistência das bactérias a inúmeros antibióticos, a terapia larval voltou a ser utilizada nos Estados Unidos, Reino Unido e Israel<sup>5</sup>. Atualmente, a terapia larval é utilizada em mais de 30 países ao redor do mundo e cerca de 24 laboratórios fornecem larvas estéreis para esse tipo de tratamento. No Brasil, vem sendo estudados mecanismos para esterilização de ovos e desinfecção de larvas de diferentes espécies, no entanto, o procedimento ainda não foi aplicado em pacientes.</p>
<h2><strong>Referências bibliográficas</strong></h2>
<p><sup>1 </sup>ECHEVERRI, M.I.W.; ÁLVAREZ, C.R.; HIGUITA, S.E.H.; IDÁRRAGA, J.C.W.; FRANCO, M.M.E. <em>Lucilia eximia</em> (Diptera: Callphoridae), uma nueva alternativa para la terapia larval y reporte de casos en Colombia. <em>Iatreia</em> 23: 107-116. 2010.</p>
<p><sup>2</sup> DUNBAR G.K. Notes on the Ngemba tribe of the Central Darling River of Western New South Wales. <em>Mankind</em>; n. 3, p.177–80, 1944.</p>
<p><sup>3</sup> GREENBERG, B. Flies and Diseases: Biology and Disease Transmission. Vol II Princeton University Press, Princeton, NJ, p. 740 , 1973.</p>
<p><sup>4</sup> WEIL G.C. ; SIMON R.J. ; SWEADNER W.R. A biological, bacteriological and clinical study of larval or maggot therapy in the treatment of acute and chronic pyogenic infections. <em>Am. J. Surg.</em>; nº 19, p.36–48, 1933.</p>
<p><sup>5</sup> MUMCUOGLU K.Y.; INGBER A.; GILEAD L.; STESSMAN J.; FRIEDMANN R.; SCHULMAN H. Maggot therapy for the treatment ofintractable wounds. International Journal of Dermatology 1999; 38(8):623-627.</p>
<p>.</p>
<h2><strong><span style="font-weight:normal;"><strong>A</strong></span>uto</strong><strong>res</strong></h2>
<p>Adriana Cristina Pedroso Ferraz</p>
<p>Analu Bento</p>
<p>Bárbara Gadelha</p>
<p>Daniele Lourinho Dallavecchia</p>
<p>Valéria Magalhães de Aguiar Coelho</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ledunirio.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ledunirio.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ledunirio.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ledunirio.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ledunirio.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ledunirio.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ledunirio.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ledunirio.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ledunirio.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ledunirio.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ledunirio.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ledunirio.wordpress.com/83/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ledunirio.wordpress.com/83/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ledunirio.wordpress.com/83/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ledunirio.wordpress.com&amp;blog=15453530&amp;post=83&amp;subd=ledunirio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ledunirio.wordpress.com/2010/11/29/terapia-larval/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/288f9130902928ffbc6ae1e44d7df067?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">ledunirio</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://ledunirio.files.wordpress.com/2010/11/megacephalas.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Chrysomya megacephala, fêmea (à direita) e macho (à esquerda)</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Apresentação</title>
		<link>http://ledunirio.wordpress.com/2010/10/05/apresentacao/</link>
		<comments>http://ledunirio.wordpress.com/2010/10/05/apresentacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 02:14:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ledunirio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ledunirio.wordpress.com/?p=73</guid>
		<description><![CDATA[O Laboratório de Estudos de Dípteros (LED) foi criado em 2001 na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro pela Profª Drª Valéria Magalhães Aguiar com o objetivo de desenvolver estudos acerca da família Calliphoridae, as conhecidas moscas varejeiras. A equipe de estagiários do laboratório está em constante renovação e atualmente é composta por [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ledunirio.wordpress.com&amp;blog=15453530&amp;post=73&amp;subd=ledunirio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Laboratório de Estudos de Dípteros (LED) foi criado em 2001 na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro pela Profª Drª Valéria Magalhães Aguiar com o objetivo de desenvolver estudos acerca da família Calliphoridae, as conhecidas moscas varejeiras.</p>
<p>A equipe de estagiários do laboratório está em constante renovação e atualmente é composta por alunos dos cursos de Ciências Biológicas, Biomedicina, Enfermagem e Medicina, distribuídos nos diferentes projetos de pesquisa. A excelência da equipe de estagiários vem sendo confirmada com os prêmios concedidos nos últimos anos pela Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Este blog foi criado com o objetivo de divulgar a pesquisa realizada pelo laboratório e aproximar possíveis interessados em parcerias, assim como ajudar a difundir conhecimento acerca das moscas em geral e, em especial, as da família Calliphoridae e seu potencial controlador biológico o microhimenóptero da família Pteromalidae  <em>Nasonia vitripennis.</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ledunirio.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ledunirio.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ledunirio.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ledunirio.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ledunirio.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ledunirio.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ledunirio.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ledunirio.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ledunirio.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ledunirio.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ledunirio.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ledunirio.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ledunirio.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ledunirio.wordpress.com/73/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ledunirio.wordpress.com&amp;blog=15453530&amp;post=73&amp;subd=ledunirio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ledunirio.wordpress.com/2010/10/05/apresentacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/288f9130902928ffbc6ae1e44d7df067?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">ledunirio</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
